segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Aprendendo com o pai





Um dia, um pai de família rica levou seu filho para viajar para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre. Quando retornaram da viagem, o pai perguntou ao filho:





- O que achou do que viu? O filho respondeu:


- Foi muito legal, pai !


- Você viu como as pessoas pobres podem ser? 


O pai perguntou.


- Sim." 


- respondeu o filho.





- E o que você aprendeu ? 





- o pai perguntou. - O filho respondeu:





- Eu vi que nós temos um cachorro em casa e eles tem quatro.


- Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim e eles tem um riacho que não tem fim.


- Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz e eles tem as estrelas e a lua.


- Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles tem uma floresta inteira.





Quando o pequeno garoto estava acabando de responder, seu pai ficou estupefato.





Seu filho acrescentou: - Obrigado pai, por me mostrar quanto pobres nós somos! Não é verdade que tudo depende da maneira como você olha para as coisas? 





Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor 


e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo!

Faça valer a pena


A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Uma das perguntas desta entrevista, e a respectiva resposta, você verá a seguir. Medite sobre ela.
ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:

primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.



segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.


terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.resultado é esse consumismo absurdo.



Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe.
Não há um caminho único para se fazer as coisas.



As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.

Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.



Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete,


ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar




ou indo a praia ou ao cinema.


Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

Roberto Shinyashiki



....”aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas”....


Todos, na hora da morte....
”dizem se arrepender de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”...



Pense.... medite.... 
Alguma coisa parece semelhante em tua vida?

Aproveitar a Vida




Você aproveita a vida?

É muito comum ouvir as pessoas e, principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida. E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.

Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?

Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.

Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumir-se nos prazeres carnais.

Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos porque estamos na Terra. E, por essa razão, desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.

Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública, na companhia de outros colegas que costumavam se reunir todos os finais de expediente para beber e fumar à vontade, foi convidado a acompanhá-los.

Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro. Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia, ao que ele respondeu: 
A minha inteligência é que me impede de fazer isso.
E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida?Perguntaram os colegas.

O rapaz respondeu com serenidade: 
E vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar? Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida que, para mim, é preciosa demais.

* * *

Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor.

É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e nobres.

Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida.

Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida.

Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências.

Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la. Assim também é com relação à vida. E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela.

Se você é partidário dessa ideia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida.

E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro.

Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos.

Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.

Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que o consomem lentamente.

Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre aproveitar a vida.
Fonte: Momento Espirita(www.momento.com.br) 

Fissuras





A parede era robusta, aparentemente inabalável.

Suportava ventos fortes e chuva intensa há anos.

Fazia parte de uma grande fortaleza, a qual ninguém arriscava atacar porque parecia ser intransponível.

No entanto, na sua face sul, onde o sol raramente tocava, havia uma irregularidade quase imperceptível.

Era o resultado da pressa em sua execução ou, quem sabe, do descuido de um dos executores da obra.

Agora, porém, isso pouco importava, afinal, aquela muralha estava erigida ali há tempos e os responsáveis por ela nem mais andavam sobre a terra.

No entanto, aquela imperfeição ao longo dos anos acabou servindo de depósito natural da água da chuva e dos detritos trazidos pelo vento.

Aos poucos, a água foi se infiltrando no muro e trilhando um caminho próprio em busca de uma saída entre as rochas reunidas por espessa argamassa.

Com o passar do tempo, uma fissura surgiu onde antes havia apenas uma depressão quase invisível.

Essa fissura, alimentada pelas águas das chuvas e pelo limo que invadira a parede úmida e fria, foi se expandindo, até tornar-se uma assustadora rachadura.

Agora, era vista mesmo à distância e parecia ameaçar a solidez daquela estrutura.

O tempo corria veloz sem que providência alguma fosse tomada.
A rachadura já corrompia a parte inferior do muro que, atingida pela umidade, deteriorava-se a olhos vistos.

Em uma noite fria, quando o temporal ruidoso e inclemente avançava sobre a praia próxima, a ventania atingiu a muralha com violência.

A muralha, que suportara tempos antes ventos ainda mais fortes, desta vez não resistiu.

Corrompida pela água, que durante anos deteriorou sua base e parte de seus materiais, a grande parede cedeu.

Tombou pesadamente como se estivesse cansada de resistir em vão.

Como um robusto carvalho se permite um dia tombar depois de tantos anos de majestade, também aquela murada, traída pela pequena fissura, entregou-se à ação do tempo.

Uma simples fissura, decorrente de uma imperfeição aparentemente insignificante, causou a queda do grande muro.

E hoje, os que passam ao lado das ruínas daquilo que um dia já foi uma imponente fortaleza, ignoram que a destruição daquele monumento grandioso iniciou-se com uma mera e banal rachadura.

Assim também são os vícios humanos.

Hábitos infelizes, considerados como atitudes corriqueiras e comuns na sociedade, podem corromper grandes mentes.

Hoje são apenas fofoquinhas a servir de passatempo aos desocupados.
Amanhã serão mentiras ardilosas a destruir lares e prejudicar vidas.

Hoje, são apenas goles de bebidas alcoólicas para descontrair.
Amanhã, serão drogas ainda mais pesadas a arruinar centros nervosos e lesionar profundamente os destinos.

Hoje, são pequeninas barganhas para garantir que as crianças obedeçam.
Amanhã, serão pesados subornos para realizar o que o dever já impunha desde muito.

Os vícios surgem como pequeninas fissuras na conduta humana.

Em um primeiro momento não despertam grandes receios e chegam, até, a ser ignorados pelos menos avisados.

No entanto, com o passar do tempo, vão se agigantando e invadindo o espaço que deveria ser da virtude.

Abalam estruturas que pareciam sólidas e destroem futuros venturosos.

Arrastam o ser para o lodaçal da culpa e do arrependimento, onde se encontram chafurdados os escombros das ilusões do ontem.
Fonte: Momento Espirita(www.momento.com.br) 

O dom da palavra



Mandala para colorir




Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho. 

- Que desgraça, Senhor! - exclamou o sábio - Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade! 
- Mas que insolente - gritou o sultão - Como se atreve a dizer tal coisa?

Então, chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas. Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho. O outro sábio disse: 
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes! 

A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio. 

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio: 
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega. No entanto, ele levou chicotadas, e você, moedas de ouro! 
- Lembre-se sempre - respondeu o sábio - tudo depende da maneira de dizer as coisas.

E esse é um dos grandes desafios da Humanidade. É daí que vem a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. A verdade deve ser dita sempre, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita é que faz a diferença.


Autor desconhecido

Precisamos um do outro

Havia uma garotinha que gostava de passear pelos ardins, 
quando um dia vê uma borboleta espetada em um espinho.
Muito cuidadosamente ela a solta e a borboleta começa a 
voar para longe. De repente ela volta e lhe diz:
- Por sua bondade, vou conceder-lhe seu maior desejo.

A garotinha pensou por um momento e replicou:
- Quero ser feliz.

A borboleta inclinou-se até ela e sussurrou algo em seu ouvido e desapareceu subitamente. A garota crescia e ninguém na terra era mais feliz do que ela. Sempre que alguém lhe perguntava sobre o segredo de sua felicidade, ela somente sorria e respondia:

- Soltei a borboleta e ela me fez ser feliz.

Quando ela ficou bem velha, os vizinhos temeram que o seu segredo fabuloso pudesse morrer com ela.
- Diga-nos, por favor - eles imploravam - diga-nos o que a fada disse.

A agora amável velhinha simplesmente sorriu e disse:

- Ela me disse que todas as pessoas, por mais seguras que pudessem parecer, precisavam de mim! Na verdade... Nós todos precisamos uns dos outros, eu por exemplo preciso de você... do seu carinho e da sua amizade. Não se esqueça: 

Amizade é sempre querer a pessoa que ama ao seu lado. Amizade não é ocasional, interessada ou pretensiosa. Amizade é para ser constante e para sempre como o amor de Deus é para nós. Quando você ajuda alguém, por mais pequeno que seja, você está liberando felicidade para sua vida. Felicidade implica em ajudar o próximo, se doar. 

Se você ainda só quer receber, a tal felicidade nunca lhe baterá a porta.



Fonte:(Autorizado por www.rivalcir.com.br)